sábado, 5 de maio de 2012

Le travail des enfants.



Qu'appelle-t-on Enfants au travail? : 



Salaire: Selon le rapport du BIT (Bureau International du Travail), Dans le Groupe des Enfants de 5 A 17 ans, six sur l'ONU - SOIT 200 millions - astreint HNE au travail. De plus préoccupant Encore un sur Huit - SOIT 179 millions d'enfants - HNE Encore assujetti aux formes d'une soucoupe de Travail, jeudi Celles mettent danger sa santé en physique ou mentale ou de sa moralite. Ailleurs by: 
 environnement de 111 millions d'enfants sont Moins 15 ans des Travaux astreints au Dangereux et devraient être de Immédiatement soustraits y; 
 59 de 15 millions de Jeunes 17 ans l'Eux also non affectés Travail du Dangereux devraient bénéficier de Urgence Toute d'Être une protection ou la soustraits CE Travail; 
 8.4 millions d'enfants sont des Travaux assujettis la soucoupe pertinente des Formes de Travail des Enfants, de voitures iL s'agit condamnables D'intrinsèquement Activités: Esclavage, Traite, liabilities servitude versez Autres Formes de Travail et le recrutement Comme vigueur en vigueur les Vue de la participation des Conflits Armes, la prostitution la, La Pornographie et Autres Activités illicites. 
Le Reste de l'ONU Travail des Enfants Phénomène Mondial, auquel Aucun paie ni Aucune n'échappe région. Toutes-Les crises de toutes sortes - catastrophes Naturelles, chocs Economiques, Pandémie du VIH / SIDA, conflits Armes - Ont including for pousser inciter Effet de l'ONU NOMBRE croissant version de Jeunes des Formes de Travail débilitante Parfois illegales clandestins et la prostitution Comme, un trafic le Drogue, il pornographiques et D'Autres activités illicites. 




http://www.droitsenfant.com/travail.htm


Toda criança merece respeito, carinho, atenção e proteção.

Imagens do trabalho infantil.



a exploração do trabalho infantil no século xix





















Ao longo do século XIX a necessidade de sobreviver à miséria levou as famílias operárias a recorrerem ao trabalho de todos os seus membros capazes. Generalizou-se, por isso o emprego das mulheres e crianças, cuja força de trabalho passou a ser preferida pelos patrões, pois recebiam salários mais baixos. Os salários das mulheres e das crianças valiam, respectivamente, cerca de ½ e ¼ do salário de um homem, embora muitas vezes o seu trabalho rendesse o mesmo ao patrão. Mobilizadas para a fábrica a partir dos 4-5 anos, as crianças eram especialmente apreciadas pela sua agilidade e pequena estatura. Podiam, com facilidade introduzir-se nos exíguos espaços entre as máquinas e, com os seus dedinhos, consertar fios rebentados; nas minas rastejavam puxando as vagonetas. Muitas vezes as crianças ficavam cansadas, sonolentas, e não conseguiam manter a velocidade exigida pelas máquinas. Quando isso acontecia, lá estava o contramestre (vigilante) para as chicotear. Também eram castigadas quando chegavam atrasadas ao trabalho ou quando conversavam com outras crianças.